Depois de Plutão, 6 projetos que devem revolucionar a forma como vemos o espaço

Image captionEsta ilustração mostra como será a Solar Orbiter, que será lançada na direção do sol em 2018 Na semana passada, a comunidade científica mundial presenciou uma das missões espaciais mais fascinantes dos últimos tempos: depois de viajar por mais de nove anos, a sonda New Horizons, da Nasa, se aproximou de Plutão e capturou imagens que mostram o planeta anão como nunca antes. O momento mais emocionante já passou, mas a missão está longe de sua conclusão. Nos próximos 16 meses a nave, agora a caminho de outros objetos que estão no cinturão de asteroides de Kuiper, vai continuar enviando tudo o que registrar durante a expedição. A interpretação destes dados pode demorar anos. Mas, além deste projeto, há outros que prometem surpreender os cientistas nos próximos anos. Veja abaixo quais são. ExoMars Image captionO veículo robótico viajará para Marte em 2018 A missão ExoMars visa descobrir, basicamente, se há ou já existiu vida em Marte. Trata-se se um programa conjunto entre a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Roscosmos, a agência russa. Se já existiu vida em Marte, o mais provável é que isto ocorreu nos primeiros bilhões de anos depois da formação do planeta, quando sua superfície era mais quente e úmida do que no presente. Em 2016, a ESA vai enviar uma nave para pegar amostras da atmosfera marciana e, em 2018, enviará um veículo de seis rodas que pode perfurar o solo chegando até dois metros de profundidade, para buscar eventual matéria orgânica preservada da intensa radiação que o planeta recebe em sua superfície. Ainda não foi definido o local... ler mais

Energéticos têm efeitos colaterais graves e podem ser mortais para crianças

Dar bebidas energéticas a crianças não parece uma grande ideia, mas muitas acabam consumindo este tipo de produto. Uma nova pesquisa mostra que milhares de crianças têm enfrentado efeitos colaterais graves – e potencialmente mortais – após o consumo de bebidas energéticas. Mais de 5 mil casos de pessoas que ficaram doentes de bebidas energéticas foram relatados nos centros de controle de envenenamento dos Estados Unidos entre 2010 e 2013. De acordo com um estudo apresentado em uma reunião da Associação Norte-Americana do Coração, quase metade desses casos foram de crianças que não perceberam o que estavam bebendo. Muitos desses casos envolviam efeitos secundários graves, como convulsões, arritmias cardíacas ou pressão arterial perigosamente alta. As crianças menores de 6 anos de idade muitas vezes bebiam estes produtos por engano. “Elas não vão a uma loja e os compram; elas os encontraram na geladeira, deixados por um pai ou um irmão mais velho”, explica o coautor Steven Lipshultz, pediatra-chefe do Hospital Infantil de Michigan. Bebidas perigosas? Bebidas energéticas geralmente contêm altos níveis de açúcar e, no mínimo, mais cafeína que uma xícara de café. Porém, os fabricantes muitas vezes incrementam os efeitos de aumento de energia com uma mistura de outros ingredientes, que vão desde taurina e carnitina – um aminoácido natural – ao ginseng, uma erva chinesa normalmente usada na medicina alternativa. Mas, apesar dessa “mistura especial” de ingredientes, os estudos sugerem bebidas energéticas não aumentam a atenção mais do que uma xícara de café. Bebidas energéticas podem ter efeitos colaterais desagradáveis. Em 2007, Lipshultz começou a notar que as crianças e adultos que consumiram bebidas energéticas estavam dando... ler mais

Estes novos remédios poderão te dar muitos anos de vida: conheça os senolíticos

Uma equipe de pesquisadores do The Scripps Research Institute (TSRI) – um renomado laboratório de biomedicina dos Estados Unidos, em conjunto com os pesquisadores da Mayo Clinic, uma organização sem fins lucrativos da área da saúde, também dos Estados Unidos, e outras instituições recentemente identificaram uma nova classe de drogas, a qual estão chamando de Senolíticos. O que são os Senolíticos? Em pesquisas desenvolvidas em animais, os senolíticos, ou “senolytics”, termo original em inglês, mostraram um efeito surpreendente: eles diminuem drasticamente o processo de envelhecimento, além de aliviar sintomas de fragilidade que vem com a idade, melhorar a função cardíaca e estender a vida útil saudável. De acordo com o Professor Paul Robbins, PhD da TSRI e um dos líderes da pesquisa, este estudo é um grande primeiro passo para o desenvolvimento de tratamentos que podem ser oferecidos de forma segura aos pacientes com doenças relacionadas a transtornos de idade. “Quando os agentes senolíticos, como a combinação que identificamos, são utilizados clinicamente, os resultados podem ser transformadores”, avalia. Segundo o Professor James Kirkland, autor sênior do novo estudo, os protótipos desses agentes senolíticos têm comprovado sua capacidade para aliviar várias características associadas ao envelhecimento e podem, eventualmente, se tornarem viáveis para atrasar, prevenir, aliviar ou mesmo reverter múltiplas doenças crônicas e deficiências. Encontrando o alvo As células senescentes – células que pararam de se dividir – se acumulam com a idade e aceleram o processo de envelhecimento. Uma vez que o “healthspan” (tempo livre da doença) em camundongos foi reforçado para matar essas células, os cientistas encontraram tratamentos que poderiam realizar essa mesma tarefa em humanos. A questão é…... ler mais

Médicos realizam implante de olho biônico em homem de 80 anos

O Manchester Royal Eye Hospital, no Reino Unido, realizou nesta semana o primeiro implante de olho biônico para corrigir a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), causa mais comum de perda de visão em adultos com mais de 50 anos de idade. O paciente escolhido para a operação foi Ray Flynn, de 80 anos. A doença pode ser desencadeada por uma série de fatores genéticos, metabólicos e ambientais. Alguns depósitos de detritos, chamados de drusas, acabam se acumulando na região macular do olho, que fica na área central da retina. Esses depósitos acabam aumentando e evoluindo lentamente para uma atrofia, que leva à perda da visão. Ainda não existe tratamento específico para a doença. Os pesquisadores do hospital do Reino Unido utilizaram o Argus II, uma prótese de retina composta por duas partes: um implante interno, que contém um conjunto de eletrodos, uma bateria e uma antera wireless, e equipamentos externos que o paciente deve utilizar, como um par de óculos com uma câmera virada para a frente, um transmissor de rádio e uma espécie de cinto-computador, responsável pelo processamento das imagens. Como funciona? A câmera capta as imagens externas e as envia o sinal para o computador. O sinal é processado e enviado de volta para os óculos e em seguida é transmitido para a antena do implante, o que faz com que as imagens “cheguem” aos eletrodos e estimulem o nervo óptico. O conjunto de eletrodos tem resolução de 60 pixels, o que é suficiente para acompanhar o movimento de objetos, movimentos, identificar formas simples e ler letras grandes.  Por enquanto, a visão fornecida é monocromática, mas... ler mais

6 explicações científicas de como a música influencia sua vida

A música tem um efeito quase mágico sobre as pessoas. Algumas nos fazem querer correr uma maratona inteira, outras nos fazem querer cair na cama e chorar e outras fazem até a gente viajar no tempo. Podemos não saber exatamente porque essas coisas acontecem, mas não é exatamente isso que torna a música tão especial? Sim, e não. Se você joga no meu time e quer saber as explicações para tudo nessa vida, se ajeita aí na cadeira que lá vem história. A ciência, nossa capitã, tem examinado bem de perto essas e muitas outras questões e chegou a conclusões perfeitamente racionais que explicam alguns mistérios antigos da música. 6. Por que algumas músicas dão vontade de fazer sexo? Só de ver a palavra “sexo”, garanto que essa música surgiu na sua cabeça: As pessoas têm motivações diferentes para ficarem excitadas, mas a maioria das pessoas vai concordar comigo (espero) que as canções de Marvin Gaye têm essa capacidade inerente. Mesmo que seja a primeira vez que você tenha ouvido essa música, confesse: você sentiu alguma coisa. Por mais estranho que pareça, além de “Let’s Get it On”, o clássico “Bolero” é oficialmente o tema do “partiu cama”, de acordo com uma pesquisa realizada com 2.000 usuários entre as idades de 18 e 91 do aplicativo Spotify. O Dr. Daniel Mullensiefen, um psicólogo de música na Universidade de Londres, explica que ambas as músicas são “suaves e não têm orquestração perturbadora”, o que é uma maneira mais inteligente de dizer que são muito fáceis de ouvir e, portanto, provocam seus órgãos genitais. Outra coisa conta a favor de “Bolero”:... ler mais

Por que música triste nos deixa feliz?

Embora ouvir músicas tristes deveria nos deixar igualmente para baixo, nós temos uma tendência para, na verdade, meio que gostar delas. Um estudo de 2008 descobriu que as canções tocadas em escala menor soam mais tristes do que a música em escala maior, mas as pessoas acharam as primeiras mais simpáticas. Este ano, um grupo de pesquisadores japoneses foi pago para descobrir por que gostamos de chorar com Adele enquanto ela nos conta sobre seu coração tão mal tratado. Não é só masoquismo – apesar de entender que a música deveria evocar tristeza, acabamos sentindo uma vibe mais positiva ou emoções tanto positivas quando negativas como resposta. Em um estudo com 44 pessoas, os participantes ouviram uma de três peças clássicas menos conhecidas – para evitar a influência emocional de memórias ligadas a peças já ouvidas antes – tanto em escala menor quanto em escala maior. Os pesquisadores lhes pediram para que identificassem os sentimentos que perceberam ao escutar as músicas, bem como que previssem que tipo de emoções os demais tiveram enquanto ouviam as canções. Os participantes classificaram as músicas tristes (ou seja, em tom menor) como trágicas, mas isso não os deixou se sentindo tão mal como eles pensavam que outra pessoa se sentiria. “Os ouvintes se sentiram menos tristes, meditativos e melancólicos e mais fascinados, alegres, animados e inclinados a dançar quando escutavam música triste em comparação com suas percepções reais da mesma música”, escreveram os pesquisadores. Parte da razão para isso acontecer pode ser o fato que esperamos nos sentir tristes e, portanto, ficamos satisfeitos quando nossas más expectativas não acontecem, um fenômeno chamado de “doce... ler mais

10 coisas que você não sabia sobre a vagina. A #6 é inacreditável

Vamos falar sobre vaginas? Este assunto interessante, palpitante, curioso, e que muita gente conhece pouco ou desconhece totalmente. 10. O clitóris supersensível O clitóris é uma parte extremamente sensível da vagina, ele contém cerca de 8 mil terminações nervosas, o dobro do que contém o pênis. Tanto vagina quanto pênis começam a partir do mesmo tecido embrionário no útero da mãe. 9. No tamanho certo O tamanho médio da vagina é de 7,5 a 10 cm, mas quando ela está excitada, pode aumentar até 200%. Não vamos falar da concorrência, mas já vou adiantando que é bem menos… 8. Vaginas e tubarões Tanto as vaginas quanto os tubarões contém o mesmo lubrificante natural, o esqualeno. O esqualeno foi identificado primeiro no óldeo de fígado dos tubarões, por isto tem este nome. 7. Cabelos temporários Os pelos pubianos tem uma “expectativa de vida” de 3 semanas. Só por comparação, o cabelo da cabeça pode “viver” até 7 anos. 6. Exagerada O maior número de orgasmos que uma mulher conseguiu obter em uma hora foi de 134. Para os homens, o recorde é de 16. 5. Auto-limpante Sim, é verdade, a vagina contém um mecanismo auto-limpante – a lubrificação natural e a flora bacteriana dela funcionam como um mecanismo de limpeza. Uma ducha vaginal pode desequilibrar o sistema e causar mau-cheiro, já que vaginas saudáveis não tem mau-cheiro. 4. Chique! As paredes internas da vagina são plissadas, e podem abrir como um guarda-chuva durante uma relação íntima. Mas para acontecer isto é preciso primeiro despertar o desejo… 3. Inquilinos do bem A vagina é repleta de bactérias, a chamada “flora vaginal”, e... ler mais

9 fatos estranhos sobre excitação sexual

Quanto mais os cientistas aprendem sobre o que nos excita, menos entendemos sobre o assunto. Uma certeza, no entanto, é que a maior parte do desejo sexual é provocada em nossos cérebros ao invés de nossas virilhas; afrodisíacos podem vir dos lugares mais improváveis. A excitação é diferente para todos, mesmo entre pessoas da mesma identidade de gênero e orientação sexual. Sem contar que nossos gostos podem mudar ao longo da vida e de nossos relacionamentos, de forma que, em alguns aspectos, as fontes e variedades de prazer humano permanecem tão misteriosas quanto sempre foram, apesar dos estudos na área terem aumentado. Veja alguns dos poucos fatos que descobrimos até agora: 1. Ver pornô não estraga o desejo sexual Você já deve ter ouvido falar que a pornografia pode ser destrutiva para os relacionamentos da vida real. Ver muito pornô, reza a lenda, dessensibiliza o espectador a imagens eróticas e torna mais difícil se excitar em situações sensuais reais. Alguns até alegam que os homens que frequentemente assistem pornografia são mais propensos a ter disfunção erétil. No início deste ano, no entanto, dois estudos não encontraram nenhuma correlação entre a visualização de pornografia e a disfunção erétil. Outra pesquisa sugeriu mesmo que ambos homens e mulheres com um hábito de ver pornô ocasionalmente fazem sexo com mais frequência e de maior qualidade, em comparação com pessoas que não assistem pornografia. 2. Homens bissexuais tendem a ser mais sexualmente aventureiros Pesquisas anteriores haviam sugerido que os corpos dos homens bissexuais respondem mais fortemente a imagens eróticas de homens do que de mulheres, uma descoberta que contribuiu para o ceticismo sobre... ler mais

O segredo da matéria escura pode estar nos buracos negros

Uma nova simulação de computador da NASA mostra que partículas de matéria escura colidindo na extrema gravidade de um buraco negro pode produzir luz de raios gama forte, potencialmente observável. Detectar esta emissão poderia fornecer aos astrônomos uma nova ferramenta para a compreensão de buracos negros e da natureza da matéria escura. “Ainda não sabemos o que é a matéria escura, mas sabemos que ela interage com o resto do universo através da gravidade, o que significa que deve se acumular em torno de buracos negros supermassivos”, explica Jeremy Schnittman, astrofísico do Goddard Space Flight Center da NASA. WIMPs Schnittman desenvolveu uma simulação de computador para seguir as órbitas de centenas de milhões de partículas de matéria escura, bem como os raios gama produzidos quando elas colidem na vizinhança de um buraco negro. Ele descobriu que alguns raios gama escapam dos buracos negros com energias muito superiores do que tinha sido previamente considerado como o limite teórico. Na simulação, a matéria escura toma a forma de “partículas massivas que interagem fracamente”, as chamadas WIMPs, agora amplamente consideradas as principais candidatas do que a matéria escura poderia ser. No modelo, WIMPs que batem em outras WIMPs se aniquilam mutuamente, convertendo-se em raios gama, a forma mais energética de luz. Evento raro Estas colisões de energias elevadas são extremamente raras em circunstâncias normais, mas estudos anteriores tentaram simplificar suposições sobre onde elas seriam mais propensas a ocorrer. O que Schnittman fez, então, foi desenvolver um modelo computacional mais completo incluindo essas suposições, que rastreia as posições e propriedades de centenas de milhões de partículas distribuídas aleatoriamente conforme elas colidem e se aniquilam mutuamente... ler mais

Fósseis recém-descobertos podem reescrever a história da evolução na Terra

Parece que os depósitos marroquinos da era ordoviciana são um tipo de Mundo Perdido. Espécies que se pensava terem morrido 20 milhões de anos no início da era Cambriana estão ao lado de outras que, até então, acreditava-se que ainda não teriam evoluído à época que estes depósitos foram formados. A era cambriana marca um dos pontos mais importantes no desenvolvimento da vida, com uma explosão de formas multicelulares. No entanto, aproximadamente 485 milhões de anos atrás, muitas dessas espécies morreram – ou pelo menos era assim que pensávamos. Uma formação de 477 milhões de anos de idade, conhecida como Lower Ordovician Fezouata, demonstra que centenas sobreviveram por muito mais tempo do que pensávamos. O Fezouata é rico em fósseis não vistos em outros lugares, como uma criatura de dois metros de comprimento que se assemelhava a um camarão. No entanto, nos últimos anos, a formação também tem rendido muitas espécies que parecem familiares para os cientistas que estão acostumados a estudar formas de vida do Cambriano. “Um certo número de animais do Fezouata não pareceria estar fora do lugar na pedreira Burgess Shale de Walcott”, relata um artigo na publicação Journal of Geological Society. O Burgess Shale é famoso por seus animais extraordinários do Cambriano, mas que acreditava-se que teriam sido extintos logo em seguida. Para um dos autores do trabalho, o professor Derek Briggs, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, o Fezouata é extraordinariamente significativo. “Os animais típicos do Cambriano ainda estão presentes em rochas 20 milhões de anos mais jovens, o que significa que deve haver um registro enigmático no meio que não está preservado”,... ler mais

Assim até eu gostaria de ter aprendido matemática

Existe um senso comum de que matemática é uma matéria chata, que as crianças não gostam, que é muito difícil. Mas já está na hora de revermos esse conceito. Afinal, aprender matemática, e o raciocínio matemático em si, é fundamental para vários momentos da vida adulta. Ao contrário do que as pessoas pensam, as crianças gostam sim de aprendê-la. De acordo com pesquisadores, a grande questão é o método de ensino. Qual é o melhor jeito de dar aula de matemática Uma pesquisa feita recentemente pela organização sem fins lucrativos The Conversation em níveis primário e secundário levantou qual é a melhor maneira de abordar a matemática no ensino básico. A resposta é mais legal do que você imagina. Os famosos “macetes” não são os queridinhos das crianças. Elas gostam mais do conteúdo quando os professores traçam um raciocínio e deixam que elas descubram as respostas sozinhas. Isso significa que os alunos aprendem matemática melhor quando os professores dão explicações claras de conceitos e eles recebem a oportunidade de praticar o que foi mostrado. Na prática Por exemplo, o seguinte problema: o ponteiro de minuto de um relógio está no 2, e faz um ângulo agudo com o ponteiro de hora. Que horas ele pode estar marcando? Há três maneiras que esta questão é diferente de perguntas convencionais. Primeiro, ela se concentra em dois aspectos da matemática juntos: tempo e ângulos. Contrastando dois conceitos, ela ajuda os alunos a verem conexões e relacionarem a matemática como uma porção de fatos isolados. Em segundo lugar, a questão tem mais de uma resposta correta. Ter mais de uma resposta correta significa... ler mais

Cientistas descobrem o pentaquark

Depois de ser reiniciado com uma força maior do que nunca, o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) fez a sua primeira descoberta. Ontem (14), uma equipe de cientistas anunciou que encontrou uma nova classe de partículas subatômicas conhecidas como pentaquarks. Quarks são uma série de partículas subatômicas carregadas que se juntam para formar partículas maiores como prótons e nêutrons. Propostos pela primeira vez em 1964 pelo físico americano Murray Gell-Mann, a existência dos quarks mudou a forma como as pessoas pensavam sobre a física de partículas. Mas os quarks podem se unir para formar outras entidades, também. Durante muito tempo, as pessoas têm especulado que uma outra classe de conjunto de quarks, chamados de pentaquark, poderia, em teoria, existir. O pentaquark é, talvez sem surpresa, constituído por cinco entidades, quatro quarks menores e um anti-quark. Agora, pela primeira vez, pesquisadores que trabalham no LHC encontraram provas de sua existência. Pentaquark: Explicando a constituição da matéria “O pentaquark não é uma nova partícula”, explica Guy Wilkinson, do projeto LHCb. “Ele representa uma forma de agregar quarks, nomeadamente os constituintes fundamentais dos prótons e nêutrons normais, em um padrão que nunca foi observado antes em mais de cinquenta anos de pesquisas experimentais. Estudar suas propriedades pode nos permitir entender melhor como a matéria comum, os prótons e nêutrons a partir dos quais somos todos feitos, é constituída”. A equipe identificou a existência do pentaquark prestando atenção no decaimento de um bárion (partícula subatômica formada por três quarks) conhecido como Lambda b. Conforme ele se dividiu em três partículas bem conhecidas – pelos físicos, pelo menos: a J-psi,... ler mais

Mini Era do Gelo é esperada para 2030

A vida na Terra depende de muitas coisas. Entre elas, do sol. Por isso, os cientistas passam muito tempo estudando a atividade solar – é interessante para a gente que eles continuem assim mesmo. O único detalhe é que os últimos levantamentos não trouxeram boas notícias. Um anúncio recente de cientistas solares sugere que nosso astro-rei pode entrar em um período de atividade reduzida significativa muito em breve, o que possivelmente poderá causar uma mini era do gelo em 2030 – apenas 15 anos a partir de agora. Nova Era do Gelo? Estas previsões foram anunciadas no Encontro Nacional de Astronomia em Llandudno, País de Gales, e não foi possível avaliar a veracidade da pesquisa ainda. No entanto, a professora Valentina Zharkova, da Universidade de Northumbria, que fez o anúncio, afirma que os resultados vêm de um modelo de computador de manchas solares que tem sido confiável até agora. O que o modelo diz? O modelo demonstrou ter uma precisão de 97% ao mapear os últimos movimentos de manchas solares, usando dados de ciclos solares de 1976 a 2008. Isso garante a confiabilidade dos métodos que levaram a essa conclusão. Logo, as previsões alarmantes para o futuro próximo têm o porquê de deixarem a comunidade científica (e eu e você) de cabelos em pé. O método de pesquisa Para alcançar estes resultados, os cientistas mapearam o movimento do fluido solar que se move em cerca de ciclos de 11 anos, que correspondem a ciclos de tempo na Terra. Por volta do ano 2022, um par de ondas estará se movendo para os hemisférios norte e sul do sol, ficando... ler mais

Confira a imagem mais clara já feita de uma mancha solar

A imagem sem precedentes foi divulgada recentemente por cientistas do Big Bear Solar Observatory (BBSO), nas montanhas a leste de Los Angeles, Califórnia. Capturada pelo chamado Novo Telescópio Solar (também conhecido como “NST”, na sigla em inglês), a fotografia é uma das primeiras a ser registradas pelo NST utilizando o recém-equipado Espectômetro Visível de Imagem (VIS). Trata-se da nova recordista no quesito imgem mais detalhada de manchas solares já obtida em luz visível – a campeã anterior também havia sido fotografada pelo NST, no ano de 2010. O telescópio de 1,60 metros, apesar do nome, tem feito observações há mais de cinco anos. “Com o VIS, as camadas da atmosfera solar, desde a fotosfera até a cromosfera, podem ser monitoradas praticamente em tempo real”, afirma Wenda Cao, professor de física no Instituto de Tecnologia de New Jersey e diretor do observatório BBSO. “Com a resolução inédita do Novo Telescópio Solar do BBSO, muitas características até então desconhecidas das manchas solares, percebidas apenas em pequena escala, podem agora ser observadas por nós”, conta Cao. Na imagem que ilustra esta matéria, por exemplo, os pesquisadores estão particularmente interessados na interface que conecta o núcleo escuro da mancha solar (a umbra) e região brilhantes, de formato similar a uma pétala de flor, que a cerca (a penumbra). Esta é a mais clara e mais detalhada imagem de uma mancha solar já obtida em luz visível. Estas estruturas ultramagnéticas são consideradas cruciais para proteger a Terra de um clima espacial potencialmente ameaçador para nós – e são fotos como essas que nos ajudarão a entender melhor o risco. As manchas solares são regiões... ler mais

ASSUSTADOR: Este GIF mostra a real situação do aquecimento global

Na semana passada, a NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e a NOAA (Administração Nacional da Atmosfera e dos Oceanos) anunciaram que 2014 foi o ano mais quente na história da Terra desde que os dados começaram a ser registrados. A animação acima, feita pela Bloomberg, coloca esta descoberta sob um foco apurado. A maioria dos gráficos que retrata a temperatura crescente do planeta apenas mostra uma barra, indicando a média ao longo dos anos. Nesta animação, no entanto, vemos os recordes mensais de cada ano sobrepostos uns aos outros, com uma nova série temporal em cada quadro. A linha pontilhada que representa a média do ano também se move a cada ano, enquanto os registros antigos desaparecem no fundo. O gráfico indica variações de -1° F, -0,5° F, 0,5° F, 1° F e 1,5° F. Além disso, entre o -0,5° F e o 0,5° F, aponta a média de temperatura no século XX. O que ele representa? Tanto uma visualização de dados clara quando a verdade terrível de que nosso planeta está ficando cada vez mais quente. Treze dos quatorze anos mais quentes já registrados aconteceram no século XXI – e parece improvável que esta estatística melhore nos próximos anos, se não agirmos se forma dura e rápida.... ler mais

5 horrendas realidades da vida diária que foram deixadas de fora dos filmes

Quando assistimos filmes como Gladiador, Coração Valente e outros, as épocas passadas parecem tão interessantes, nobres e significativas, não é mesmo? Dá até vontade de voltar ao tempo para passar uns dias em um castelo medieval como uma donzela ou um cavalheiro. No entanto, muitos dos horrores da vida diária no passado simplesmente são omitidas nessas obras. Como… 5. Ir no banheiro era um interminável show de horror Qual é a pior coisa que você já encontrou em um banheiro? Uma surpresa flutuante? Uma aranha gigante? Parabéns! Você não teve que suportar nenhum dos horrores de um vaso sanitário romano. Eles eram praticamente armários de pedra úmidos e terríveis, além de terem todo tipo de vida que adora rios de cocô. O pior, no entanto, era que seu bumbum podia literalmente pegar fogo durante uma evacuação, por causa das emanações de metano desenfreadas do local. Os romanos rabiscavam encantamentos mágicos nas paredes de banheiros para manter os demônios que eles culpavam por essas chamas longe. Alguns tinham a imagem de Fortuna, a deusa da sorte. E então a Idade Média chegou, e as coisas ficaram ainda piores. As populações medievais cresceram e as pessoas começaram a viver em bairros cada vez mais e mais próximos, de forma que lidar com toneladas de excrementos se tornou um problema enorme. Habitantes às vezes cavavam fossas em seus quintais, que podiam se espalhar pelas propriedades dos vizinhos e causar brigas tremendas que, presumo, levavam à morte. Uma inglesa chamada Alice Wade criou uma espécie de sistema de tubulação de madeira que corria debaixo de várias casas e jogava seus excrementos em uma rua. Seria... ler mais

Físicos descobrem oscilações no universo

Não muito diferente dos sons que um cálice de cristal faz ao ser tocado, o espaço-tempo e o universo em si podem estar oscilando através de bilhões de anos do tempo cósmico, dizem os físicos Harry Ringermacher e Lawrence Mead, da Universidade de Southern Mississippi (USM), em Hattiesburg, nos EUA. Os cientistas analisaram detalhadamente cerca de 400 pontos de dados de supernovas tipo 1a e os compararam com o tempo cósmico. Eles concluíram que a velocidade de expansão do universo variou pelo menos sete vezes durante a sua história de 13,8 bilhões de anos. “Descobrimos que o universo esteve se agitando durante a sua expansão e que sete desses ciclos ou oscilações ocorreram desde o início dos tempos”, afirma Ringermacher, principal autor do estudo. “Cada ciclo consiste em uma desaceleração, seguida de um aumento de velocidade, seguido de outra desaceleração”. Harmônicas espaciais Ringermacher diz que eles também observaram “harmônicas” secundárias dessas agitações universais nos ciclos 14 e 21, semelhante às harmônicas secundárias produzidas por instrumentos musicais. “Se você pensar no volume tridimensional em expansão do universo como um copo bidimensional, então um toque no vidro fará com que ele ressoe ou oscile”, compara. “Nós postulamos a existência de um ‘campo escalar”, uma força variável não direcional no espaço-tempo que é essencialmente a mesma responsável pela inflação, mas que penetra na época atual”. Ringermacher observa que este campo escalar é, possivelmente, a causa das oscilações. “Este novo modelo substitui a matéria escura tradicional nas equações de Einstein por um termo em oscilação”, projeta Ringermacher. “Na realidade, a ‘onda’ tem propriedades tanto da matéria escura quanto da energia escura”. Expansão cíclica... ler mais

Deep Dream: software do Google que transforma imagens em sonhos psicodélicos é capaz de verdadeiros pesadelos

Você conhece o Deep Dream? É um software do Google que, através de um processo complexo de rede neural, converte a aparência de fotos e vídeos em imagens totalmente psicodélicas. Tipo isso: Em outras palavras, utilizando inteligência artificial, o Deep Dream transforma o cotidiano em um sonho maluco. Logo, quando a gigante da tecnologia liberou o código do seu software, publicando um conjunto de instruções que permitiam a qualquer um criar o pesadelo que quisessem usando suas próprias fotos, a internet pirou. Algumas imagens bastante aterrorizantes foram geradas com a rede neural artificial da companhia. Isso era para ser um donut meio comido: E isso uma ovelha: Medo e Delírio Até aqui, ainda estávamos apenas nos divertindo com a ferramenta. Tudo mudou (para pior) quando alguém resolveu passar um filme sobre viagens de ácido no gerador de viagens de ácido do Google. Essa é uma cena do “Medo e Delírio em Las Vegas” de 1998. Como prova de conceito, o filme recebeu o “tratamento alucinação” do Deep Dream, criando redemoinhos e formas bizarras de criaturas não identificáveis se movendo (de maneira significativamente mais aterrorizante do que os seus mais bizarros flashbacks regados a LSD). Confira o resultado:  ... ler mais

As cicatrizes sangrentas da lua Europa

Europa – a lua de Júpiter, não o continente – é um lugar estranho. Há algo de inegavelmente biológico sobre esta imagem, enviada pela sonda Galileo da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa). Nela, a lua aparece marcada por profundas ranhuras vermelhas, assemelhando-se às veias vermelhas vibrantes que fluem através de um olho humano. Várias sondas passaram perto de Europa no passado e Galileo a explorou com atenção durante seus muitos anos na órbita de Júpiter, entre 1995 e 2003. Dados da espaçonave apoiaram a teoria de que Europa apresenta um profundo oceano líquido subterrâneo, e minerais semelhantes à argila foram detectados na crosta gelada da lua. A sonda também descobriu provas de uma “exosfera” em torno de Europa, bem como das luas de Júpiter Ganímedes e Calisto. Esta exosfera é uma fina atmosfera em torno das luas na qual as moléculas permanecem gravitacionalmente presas. Europa, Ganimedes e Calisto serão mais exploradas pela missão Juice da Agência Espacial Europeia (ESA) quando ela atingir o sistema em 2030. O nome da missão vem de “JUpiter ICy moons Explorer” – “Exploradora das Luas Congeladas de Júpiter”. Europa também deve receber uma maior atenção da Nasa, que irá lançar sua missão em algum momento na década de 2020. Rachaduras vermelhas Apesar de sua aparência enervante, a cicatrizes vermelhas que cruzam Europa não são, obviamente, biológicas. Elas são, na verdade, rachaduras e cordilheiras que marcam linhas fracas na crosta de gelo da lua, enfatizadas e exacerbadas pelo movimento das marés devido à atração gravitacional de Júpiter. Algumas destas cordilheiras têm milhares de quilômetros de comprimento. Já esta cor surpreendente se deve aos minerais contaminantes que... ler mais

Conheça o bizarro sistema quíntuplo de estrelas

Cientistas da Universidade Aberta (Open University), no Reino Unido, descobriram um raro sistema com cinco estrelas gravitacionalmente ligadas. Designado 1SWASP J093010.78 + 533.859,5, ele consiste em dois conjuntos de estrelas binárias (um binário eclipsante) e uma quinta solitária. Sistemas estelares quíntuplos já foram descobertos antes, mas esta é a primeira vez que os astrônomos viram um par de estrelas binárias eclipsantes dentro de um sistema de cinco estrelas. A descoberta 1SWASP está localizado a 250 anos-luz da Terra. O sistema foi originalmente detectado em dados arquivados a partir do projeto SuperWASP (principal programa de detecção de planetas extra-solares do Reino Unido), que utiliza câmeras do Observatório del Roque de los Muchachos, nas Ilhas Canárias, e da Estação Sutherland do Observatório Astronômico Sul Africano. Ao longo dos anos, essas câmeras intermitentemente mediram o brilho de estrelas individuais, permitindo aos cientistas acompanhar sua luz ao longo do tempo. Usando uma técnica semelhante à forma como os astrônomos descobrem exoplanetas distantes, uma equipe de cientistas liderada por Marcus Lohr foi capaz de identificar este notável sistema quíntuplo. Estrelas especiais Duas das estrelas são binárias eclipsantes em contato, uma configuração em que duas estrelas orbitam tão estreitamente que compartilham o mesmo ambiente. À distância, parece que estão se tocando. Esse tipo de dupla estelar não é raro, mas o novo par é o único conhecido que apresenta um período orbital particularmente curto: leva apenas seis horas para estas duas estrelas orbitarem uma da outra. Quanto ao outro binário, suas duas estrelas estão localizadas cerca de 21 bilhões de quilômetros uma da outra, uma distância um pouco maior que a órbita de Plutão em... ler mais

Um navio cargueiro se deformando durante uma tempestade: vídeo

O vídeo abaixo traz imagens surpreendentes de um grande navio de carga que passa por uma pequena tempestade. As ondas brincam com a megaestrutura de aço do barco, que se dobra e se move como se fosse feito de massinha. Com tudo de hipnotizante que o mar tem, a sua força avassaladora também é bastante assustadora. Assista para ter alguma noção do que estamos falando: Como acontece com alguns estádios de futebol, que têm que suportar a movimentação da torcida, e grandes edifícios, que precisam enfrentar terremotos, a engenharia do cargueiro é feita para que isso aconteça. Se o navio não se mexesse, ele racharia com a força das ondas. Aqui estão outros dois vídeos de situações semelhantes, desta vez com tempestades mais intensas. As imagens são tão impressionantes quanto as do primeiro vídeo, que foram gravadas em uma passagem pelo Canal de Suez para Singapura. Estes registros deixam a profissão dos marinheiros ainda mais admirável.... ler mais

Navios de guerra estão cada vez mais parecidos com cruzadores imperiais

A gente não precisa ir muito a fundo para pelo menos suspeitar qual é a maior inspiração dos designers de navios da Marinha dos Estados Unidos. Só de olhar para esse navio, chamado USS Montgomery, o segundo da classe independente feita para combates no litoral, já podemos ver que as criações estão cada vez mais parecidas com um Cruzador Imperial de Guerra nas Estrelas. A diferença óbvia é que navios como este não têm nada de ficção. Eles já são realidade. Fora da água, esse gigante tem 127,4 metros e alcança uma velocidade de 47 nós (cerca de 87 km/hora). Poderia muito bem ter sido desenvolvido pelo estaleiro da Marinha Imperial, não?... ler mais

Categorias




avatar19688_3

Inscreva-se!

 

Receba as últimas notícias e atualizações.

You have Successfully Subscribed!

Share This